segunda-feira, outubro 20, 2008

O Vulcão

A vila dorme no sopé do grande monte
Tão silencioso como a neve no seu pico
Por onde gases eparzindo pelo bico
Formam fagulhas que iluminam o horizonte

Nem mesmo hoje com tanta parafernália
A ciência falha ao impedir o cataclismo
Proveniente de um inesperado cismo
A vomitar magma-rubra qual mortalha

Ferventes lavas a fluir das profundezas
Devasta tudo pela força da explosão
Deixando a vila apavorada e indefesa

Sem chance alguma do inferno escapar
Da magma-rubra, rio de desruição,
Maldita praga proveniente do vulcão!!!

Um comentário:

Unknown disse...

Adorei!!!