Dia dos pais é saudades
Tristeza, dor, condolência
É o clamor da orfandade
Pranteando à eterna ausência.
Quero homenagear-te ó pai
Neste dia inesquecível
Sempre te louvando mais
Muito mais do que é possível.
Duas coisas não desejo
Nem pra mim, nem pra ninguém
Ser amado sem um beijo
E tratado com desdém.
O filho que tens no ventre
Carece do teu carinho
De outra forma nem tentes
Mais tarde dar-lhe um caminho.
Se o nosso pensamento
Tivesse som de se ouvir
Garanto que a falsidade
Deixaria de existir.
Poetas conto nos dedos
Somente das duas mãos
Os demais, puro arremedo
Dos vates de expressão.
Tristeza, dor, condolência
É o clamor da orfandade
Pranteando à eterna ausência.
Quero homenagear-te ó pai
Neste dia inesquecível
Sempre te louvando mais
Muito mais do que é possível.
Duas coisas não desejo
Nem pra mim, nem pra ninguém
Ser amado sem um beijo
E tratado com desdém.
O filho que tens no ventre
Carece do teu carinho
De outra forma nem tentes
Mais tarde dar-lhe um caminho.
Se o nosso pensamento
Tivesse som de se ouvir
Garanto que a falsidade
Deixaria de existir.
Poetas conto nos dedos
Somente das duas mãos
Os demais, puro arremedo
Dos vates de expressão.

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