Maravilhoso é o xadrez, jogo-ciênciaOnde dois cérebros labutam, mentalmente
Ambos em busca da vitória, sutilmente
Que imprescinde, sobre tudo à inteligência
Peões-infantes digladiam nos escaques
Com o apoio da fiel cavalaria
Enquanto os bispos, capitães de tal porfia
Mais torres, damas, não permitem haja escape
E na sortida, brada o rei, já vitorioso
Um ultimato antes da carga final,
Ao inimigo ainda crente num empate
Triste ilusão que logo após se desvanece
Diante de um cheque-mate, lance terminal,
Que até o campo de batalha estremece!!!

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