sexta-feira, junho 23, 2006

Memorial

Ó memorial luzente
Do seio brotas torrentes,
Centelhas de amor e paz,
Dos teus lóculos silentes
Um aroma envolvente
Nos embriaga ainda mais.

A Necrópole Ecumênica
Inserida no teu bojo
Faz de ti um santuário
Aos nossos entes queridos
Que eternamente assistidos
São isentos do calvário...


Ah, se o meu Deus me desse
O dom de poetizar,
Para melhor te exalta

Declamaria, em preces
Às orações que mereces
Por nossos mortos guardar!

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