Em sã consciência, um verdadeiro artista
Jamais deixaria que o vate santista,
Alheio ao mar, que sempre versejou
Fosse arrebatado de quem sempre amou!
Então, num repente, algo me entristece
E um quê de repúdio me aguilhoa o peito:
É a dor, com certeza, por falha inconteste
De alguém que tentara prestar-lhe tal preito...
Pois, ali me deparo co'o metre amado
Bronzeada escultura “DE COSTAS P’RO MAR”,
ladeando sereias, imortalizado,
Porém, cabisbaixo, com mágoa no alhar!...
Ginete dos mares é assim que o vejo
Montando hipocampos de pélago fundo
Garboso mancebo é assim que o concebo
Protegendo as faunas dos mares do mundo!
Ouvindo nos búzios maviosos corais,
Vogando nas conchas com belas ondinas
Versejando odes, cumprindo sua sina
É assim que o vejo, vencendo abissais!
Jamais deixaria que o vate santista,
Alheio ao mar, que sempre versejou
Fosse arrebatado de quem sempre amou!
Então, num repente, algo me entristece
E um quê de repúdio me aguilhoa o peito:
É a dor, com certeza, por falha inconteste
De alguém que tentara prestar-lhe tal preito...
Pois, ali me deparo co'o metre amado
Bronzeada escultura “DE COSTAS P’RO MAR”,
ladeando sereias, imortalizado,
Porém, cabisbaixo, com mágoa no alhar!...
Ginete dos mares é assim que o vejo
Montando hipocampos de pélago fundo
Garboso mancebo é assim que o concebo
Protegendo as faunas dos mares do mundo!
Ouvindo nos búzios maviosos corais,
Vogando nas conchas com belas ondinas
Versejando odes, cumprindo sua sina
É assim que o vejo, vencendo abissais!

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