Eu sou um gnomo, guardião da mataAmante do verde, das selvas gerais
No meu peito vibra os sons da floresta
Fazendo-me festa, por sermos iguais...
Meu corpo pequeno é clorofilado
Nas veias carrego a seiva vital
Portanto sou gênio, gnomo abençoado
Defensor da planta, inimigo do mal
Se és, realmente, um sêr ilibado
Desdenha o machado, mortífero algoz
E toma assento depressa ao meu lado
Não deixa que a sanha da gente feroz
Destrua sementes, florestas, cerrados
Essência da vida, para todos nós!

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