Pára, pára, humanidade em desarmonia!Ou interesses pecaminosos,
Sem essa concepção
logo não mais existirá Humanidade verdadeiramente cristã.
Essa é a minha conclusão,
Estou consciente disso, mesmo antes de nascer...
Sim, ouve-me com os ouvido de ouvir:
Quase um ano enclausurado neste ventre,
Já me representam séculos de angustiante expectativa!
Pois, o meu inconsciente, sensível, capta a cada instante,
As boas e as más impressões maternas...
Porém, impossibilitado de me defender de influências nefastas,
muitas vezes choro sob seus terríveis impactos.
Desapega-te, ó humanidade, do frenesi da carne;
Repasto de vermes asquerosos,
E volve os olhos de ver, para dentro de ti,
A fim de ouvires divinal aconselhamento anímico.
Assim, e só assim, poderás recriar gerações,
Dignas de vivências angelicais.
Não, não desejo que elas venham a ser assim como eu;
Elo de uma geração que já está chegando ao fim
De um começo incerto!














