Se me deste à luz por daresSimplesmente por prazeres
Te repilo com esgares
Renegando os teus poderes
Se me deixaste alhures
Compenetrada do ato
Minhas mãos jamais segures
Não te pertenço de fato
Se me honraste, contudo
E de nada me privaste
Então devo ficar mudo
Ao gesto que praticaste
Mas se repartiste o prato
Comigo e noites sofridas
Então a ti serei grato
Minha mãe, por toda vida!

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